Campanhas



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A Health for Pet

Fruto de um profundo estudo voltado ao conhecimento das necessidades dos animais de estimação e seus donos, a Health for Pet trabalha para oferecer um completo atendimento, contando com a melhor rede de profissionais especializados em cuidados veterinários.

Mês de luta contra as hepatites virais

Embora esteja nos planos da Organização Mundial da Saúde (OMS) conter a hepatite C até 2030, a doença ainda preocupa médicos e população. Neste mês, intitulado Julho Amarelo, ressalta-se a importância da prevenção, não só contra o vírus da hepatite C, mas também de outras duas variantes — A e B.

“A hepatite C ainda é uma prioridade de saúde pública. Acredito que no Brasil, devido aos avanços no tratamento e cura da doença, seja até antes”, avalia o médico infectologista Evaldo Stanislau.

O prognóstico dele é que o vírus da hepatite B deve deixar de circular até 2030, já que sua presença é bem mais restrita ao norte do País, além da região asiática do planeta. “Nesses locais, a transmissão vertical, ou seja, aquela que acontece de mãe para filho, ainda é muito mais frequente”.

Embora a hepatite B seja um grave problema, já está disponível na rede vacina contra ela. Por isso, para o médico, graças às políticas públicas e pesquisas do ramo, que desenvolveram a opção, este problema deve ser sanado em alguns anos.

“Até pouco tempo atrás, a principal causa de transplante de fígado no mundo era a hepatite C. Havia muitas pessoas convivendo com HIV que contraíam também a hepatite C”, diz Stanislau. Embora não existam dados muito exatos, o infectologista explica que, no caso de compartilhamento de injetáveis (caso das drogas) o risco de uma pessoa contrair os dois tipos de vírus chega a 90%. Na relação sexual, essa taxa cai bastante, chega a cerca de 10%. “Mas não são dados definitivos, por isso a preocupação maior é no diagnóstico”.

Consequências

Como não há sintomas, a hepatite C é a que mais precisa de diagnóstico, pois pode causar câncer de fígado ou cirrose hepática sem que a pessoa perceba, muitas vezes levando a óbito. “É de extrema importância, principalmente aos que têm mais de 40 anos e às mulheres, que façam o teste”, argumenta o médico infectologista.

No caso da hepatite A, tipo menos nocivo ao organismo, houve evolução no enfrentamento com a melhora no saneamento básico — ela é transmitida através do consumo de água e alimentos mal lavados ou contaminados por fezes.

“Temos evidenciado algumas epidemias, mas menos de 5% dos casos evolui para a fulminante. Embora seja um percentual baixo, não podemos esquecer que ela também pode matar ou levar a um transplante de fígado”, ressalta.

Fonte: Atribuna

Campanha de Doação de Sangue


Doar sangue é um ato de amor com o próximo e de responsabilidade social. Isso porque todos os dias milhões de pessoas em todo mundo passam por algum tipo de problema de saúde que tem a necessidade da transfusão sanguínea. Mas, nem sempre encontram sangue compatível ou suficiente para o procedimento.


No Brasil, estima-se que 1,6% da população doe sangue, sendo destes, mais de 50% de forma espontânea. Esse é um bom número, mas ainda não o suficiente. Vários postos de coleta por todo o país sofrem com a falta de banco de sangue principalmente dos mais raros, comprometendo a saúde de diversas pessoas que se encontram em estado de urgência no hospital.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), somente 62 países possuem seu total de fornecimento através de doações voluntárias, sendo o restante dos 34 países ainda dependentes de doações familiares ou pagas.

Por isso as campanhas de doação de sangue são tão rotineiras e incisivas em todos os meios de comunicação, pois mesmo com tantos pedidos e informações ainda falta muito para as pessoas se conscientizarem da importância da doação.

Veja como fazer para ser um doador:

Exigências para doação:

– Gozar de boa saúde
– Ter entre 16 e 69 anos (a partir dos 60 anos só pode doar quem já tiver doado sangue alguma vez antes dessa idade)
– Ter peso mínimo de 50kg
– Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas)
– Estar alimentado (deve-se evitar a ingestão de alimentos gordurosos quatro horas antes da doação)
– Apresentar documento original com foto, que permita o reconhecimento do doador, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).


Quem não pode doar:

– Ser menor de 16 anos ou ter mais de 69 anos
– Possuir peso inferior a 50 kg
– Apresentar anemia no teste que é realizado imediatamente antes da doação
– Apresentar com hipertensão ou hipotensão arterial na hora da doação
– Apresentar aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos na hora da doação
– Tiver febre no dia da doação
– Estar grávida
– Estar amamentando, a menos que o parto tenha ocorrido há mais de 12 meses
– Ir acompanhado (a) de uma criança menor de 13 anos para o hemocentro e sem a presença de outro adulto que possa acompanhá-l0 (a) após a doação.

Após a doação:

– Após a doação é necessário ficar sentado por no mínimo 15 minutos e comer e beber o lanche que são oferecidos.
– Nas primeiras 24 horas após a doação é necessária a ingestão de líquidos para ajudar na reposição do volume de sangue perdido.
– Não ingerir bebidas alcoólicas por 24 horas
– Não fumar por 2 horas
– Não se deve subir rampas e escadas nem fazer qualquer tipo de exercício exaustivo nas primeiras 12 horas após a doação. Isso porque existe o risco de o doador apresentar fraqueza, tontura ou até desmaiar. Caso utilize o braço puncionado nesse esforço, poderá ter sangramento ou hematoma no local da punção
– O curativo no local da agulha deve ser mantido por no mínimo quatro horas. Caso volte a sangrar, pressionar o local por 2-5 minutos e então trocar a curativo, que deverá permanecer por mais quatro horas.
– No caso do doador ter algum mal-estar pós a doação, o hemonúcleo deve ser informado imediatamente.
– Se o doador achar que seu sangue não deve ser utilizado para transfusão por algum motivo que não foi dito durante a doação, também deve entrar em contato com o centro de coleta para que o sangue seja descartado.
– Informar qualquer situação que possa comprometer a amostra e a segurança da transfusão para os pacientes que recebem o sangue.



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Fonte: Doutor Na Medida e Atribuna

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